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sábado, 30 de setembro de 2017
segunda-feira, 16 de março de 2015
Crimpando cabos de rede
A
ferramenta básica para crimpar os cabos é o alicate de crimpagem. Ele "esmaga"
os contatos do conector, fazendo com que as facas-contato perfurem a cobertura
plástica e façam contato com os fios do cabo de rede:
É
possível comprar alicates de crimpagem razoáveis por pouco mais de 50 reais,
mas existem alicates de crimpagem para uso profissional que custam bem mais.
Existem ainda "alicates" mais baratos, com o corpo feito de plástico,
que são mais baratos, mas não valem o papelão da embalagem. Alicates de
crimpagem precisam ser fortes e precisos, por isso evite produtos muito
baratos.
Ao
crimpar os cabos de rede, o primeiro passo é descascar os cabos, tomando
cuidado para não ferir os fios internos, que são bastante finos. Normalmente, o
alicate inclui uma saliência no canto da guilhotina, que serve bem para isso.
Existem também descascadores de cabos específicos para cabos de rede, que são
sempre um item bem-vindo na caixa de ferramentas:
Os quatro
pares do cabo são diferenciados por cores. Um par é laranja, outro é azul,
outro é verde e o último é marrom. Um dos cabos de cada par tem uma cor sólida
e o outro é mais claro ou malhado, misturando a cor e pontos de branco. É pelas
cores que diferenciamos os 8 fios.
O segundo
passo é destrançar os cabos, deixando-os soltos. Para facilitar o trabalho,
descasque um pedaço grande do cabo, uns 5 ou 6 centímetros, para poder
organizar os cabos com mais facilidade e depois corte o excesso, deixando
apenas a meia polegada de cabo (1.27 cm, ou menos) que entrará dentro do
conector.
O próprio
alicate de crimpagem inclui uma guilhotina para cortar os cabos, mas operá-la
exige um pouco de prática, pois você precisa segurar o cabo com uma das mãos,
mantendo os fios na ordem correta e manejar o alicate com a outra. A guilhotina
faz um corte reto, deixando os fios prontos para serem inseridos dentro do
conector, você só precisa mantê-los firmes enquanto encaixa e crimpa o
conector.
Existem
dois padrões para a ordem dos fios dentro do conector, o EIA 568B (o mais
comum) e o EIA 568A. A diferença entre os dois é que a posição dos pares de
cabos laranja e verde são invertidos dentro do conector.
Existe
muita discussão em relação com qual dos dois é "melhor", mas na
prática não existe diferença de conectividade entre os dois padrões. A única
observação é que você deve cabear toda a rede utilizando o mesmo padrão. Como o
EIA 568B é de longe o mais comum, recomendo que você o utilize ao crimpar seus
próprios cabos.
Uma
observação é que muitos cabos são certificados para apenas um dos dois padrões;
caso encontre instruções referentes a isso nas especificações, ou decalcadas no
próprio cabo, crimpe os cabos usando o padrão indicado.
No padrão
EIA 568B, a ordem dos fios dentro do conector (em ambos os lados do cabo) é a
seguinte:
1- Branco
com Laranja
2- Laranja
3- Branco com Verde
4- Azul
5- Branco com Azul
6- Verde
7- Branco com Marrom
8- Marrom
2- Laranja
3- Branco com Verde
4- Azul
5- Branco com Azul
6- Verde
7- Branco com Marrom
8- Marrom
Os cabos
são encaixados nessa ordem, com a trava do conector virada para baixo, como no
diagrama:
Ou seja,
se você olhar o conector "de cima", vendo a trava, o par de fios
laranja estará à direita e, se olhar o conector "de baixo", vendo os
contatos, eles estarão à esquerda. Este outro diagrama mostra melhor como fica
a posição dos cabos dentro do conector:
O cabo
crimpado com a mesma disposição de fios em ambos os lados do cabo é chamado de
cabo "reto", ou straight. Este é o tipo "normal" de
cabo, usado para ligar os micros ao switch ou ao roteador da rede. Existe ainda
um outro tipo de cabo, chamado de "cross-over" (também chamado
de cabo cross, ou cabo cruzado), que permite ligar diretamente dois micros, sem
precisar do hub ou switch. Ele é uma opção mais barata quando você tem apenas
dois micros.
No cabo
cruzado, a posição dos fios é diferente nos dois conectores, de forma que o par
usado para enviar dados (TX) seja ligado na posição de recepção (RX) do segundo
micro e vice-versa. De um dos lados a pinagem é a mesma de um cabo de rede
normal, enquanto no outro a posição dos pares verde e laranja são trocados. Daí
vem o nome cross-over, que significa, literalmente, "cruzado na
ponta":
Esquema dos contatos de envio e recepção em um cabo cross-over
Para
fazer um cabo cross-over, você crimpa uma das pontas seguindo o padrão EIA 568B
que vimos acima e a outra utilizando o padrão EIA 568A, onde são trocadas as
posições dos pares verde e laranja:
1- Branco
com Verde
2- Verde
3- Branco com Laranja
4- Azul
5- Branco com Azul
6- Laranja
7- Branco com Marrom
8- Marrom
2- Verde
3- Branco com Laranja
4- Azul
5- Branco com Azul
6- Laranja
7- Branco com Marrom
8- Marrom
A maioria
dos switches atuais são capazes de "descruzar" os cabos
automaticamente quando necessário, permitindo que você misture cabos normais e
cabos cross-over dentro do cabeamento da rede. Graças a isso, a rede vai
funcionar mesmo que você use um cabo cross-over para conectar um dos micros ao
hub por engano.
Este cabo
cross-over "clássico" pode ser usado para ligar placas de 10 ou 100
megabits, onde as transmissões são na realidade feitas usando apenas dois dos
pares dos cabos. Placas e switches Gigabit Ethernet utilizam os quatro pares e
por isso precisam de um cabo cross-over especial, crimpado com uma pinagem
diferente. Usando um cabo cross convencional, a rede até funciona, mas as
placas são forçadas a reduzir a velocidade de transmissão para 100 megabits, de
forma a se adaptarem ao cabeamento.
Para
fazer um cabo cross-over Gigabit Ethernet, você deve utilizar o padrão EIA 568B
(Branco com Laranja, Laranja, Branco com Verde, Azul, Branco com Azul, Verde,
Branco com Marrom, Marrom) de um dos lados do cabo, como usaria ao crimpar um
cabo normal. A mudança vem ao crimpar o outro lado do cabo, onde é usada a
seguinte pinagem:
1- Branco
com Verde
2- Verde
3- Branco com Laranja
4- Branco com Marrom
5- Marrom
6- Laranja
7- Azul
8- Branco com Azul
2- Verde
3- Branco com Laranja
4- Branco com Marrom
5- Marrom
6- Laranja
7- Azul
8- Branco com Azul
Muitos
switches e também algumas placas Gigabit podem ser ligados diretamente usando
cabos straight, pois os transmissores são capazes de ajustar a transmissão via
software, recurso chamado de Auto-MDI/MDI-X. Entretanto, nem todos os
dispositivos suportam o recurso, de forma que os cabos cross-over ainda são
necessários em diversas situações.
Revisando,
os padrões para os três tipos de cabos são:
|
Cabo straight (10, 100 ou 1000 megabits):
|
|
|
1-
Branco com Laranja
2- Laranja 3- Branco com Verde 4- Azul 5- Branco com Azul 6- Verde 7- Branco com Marrom 8- Marrom |
1-
Branco com Laranja
2- Laranja 3- Branco com Verde 4- Azul 5- Branco com Azul 6- Verde 7- Branco com Marrom 8- Marrom |
|
Cabo cross-over (10 ou 100 megabits):
|
|
|
1-
Branco com Laranja
2- Laranja 3- Branco com Verde 4- Azul 5- Branco com Azul 6- Verde 7- Branco com Marrom 8- Marrom |
1-
Branco com Verde
2- Verde 3- Branco com Laranja 4- Azul 5- Branco com Azul 6- Laranja 7- Branco com Marrom 8- Marrom |
|
Cabo cross-over para Gigabit Ethernet
|
|
|
1-
Branco com Laranja
2- Laranja 3- Branco com Verde 4- Azul 5- Branco com Azul 6- Verde 7- Branco com Marrom 8- Marrom |
1-
Branco com Verde
2- Verde 3- Branco com Laranja 4- Branco com Marrom 5- Marrom 6- Laranja 7- Azul 8- Branco com Azul |
Ao
crimpar, você deve retirar apenas a capa externa do cabo e não descascar
individualmente os fios, pois isso, ao invés de ajudar, serviria apenas para
causar mau contato, deixando frouxo o encaixe com os pinos do conector.
A função
do alicate é fornecer pressão suficiente para que os pinos do conector RJ-45,
que internamente possuem a forma de lâminas, esmaguem os fios do cabo,
alcançando o fio de cobre e criando o contato:
Como os
fios dos cabos de rede são bastante duros, é preciso uma boa dose de força para
que o conector fique firme, daí a necessidade de usar um alicate resistente.
Não tenha medo de quebrar ou danificar o alicate ao crimpar, use toda a sua
força:
É preciso
um pouco de atenção ao cortar e encaixar os fios dentro do conector, pois eles
precisam ficar perfeitamente retos. Isso demanda um pouco de prática. No
começo, você vai sempre errar algumas vezes antes de conseguir.
Veja que
o que protege os cabos contra as interferências externas são justamente as
tranças. A parte destrançada que entra no conector é o ponto fraco do cabo,
onde ele é mais vulnerável a todo tipo de interferência. Por isso, é
recomendável deixar o menor espaço possível sem as tranças. Para crimpar cabos
dentro do padrão, você precisa deixar menos de meia polegada de cabo (1.27 cm)
destrançado. Você só vai conseguir isso cortando o excesso de cabo solto antes
de encaixar o conector, como na foto:
Outra
observação é que, além de ser preso pelos conectores metálicos, o cabo é preso
dentro do conector através de uma trava plástica, que é também presa ao crimpar
o cabo. A trava prende o cabo através da cobertura plástica, por isso é
importante cortar todo o excesso de cabo destrançado, fazendo com que parte da
cobertura plástica fique dentro do conector e seja presa pela trava. Sem isso,
os contatos podem facilmente ser rompidos com qualquer esbarrão, tornando a
rede como um todo menos confiável.
Além do
cabo e do conector RJ-45, existem dois acessórios, que você pode ou não usar em
seus cabos, conforme a disponibilidade. O primeiro são as capas plásticas
(boots), que são usadas nas pontas dos cabos para melhorar o aspecto visual.
Por estarem disponíveis em várias cores, elas podem ser também usadas para
identificar os cabos, mas com exceção disso elas são puramente decorativas, não
possuem nenhuma outra função. Para usá-las, basta colocar a capa antes do
conector:
Boots
O segundo
são os inserts, que são um tipo de suporte plástico que vai dentro do conector.
Depois de destrançar, organizar e cortar o excesso de cabo, você passa os 8
fios dentro do insert e eles os mantêm na posição, facilitando o encaixe no
conector.
Os
conectores RJ-45 projetados para uso em conjunto com o insert possuem um espaço
interno maior para acomodá-lo. Devido a isso, os inserts são fornecidos em
conjunto com alguns modelos de conectores e raramente são vendidos
separadamente:
Insert
O
primeiro teste para ver se os cabos foram crimpados corretamente é conectar um
dos micros (ligado) ao switch e ver se os LEDs da placas de rede e do hub
acendem. Isso mostra que os sinais elétricos enviados estão chegando até o
switch e que ele foi capaz de abrir um canal de comunicação com a placa.
Se os
LEDs nem acenderem, então não existe o que fazer. Corte os conectores e tente
de novo. Infelizmente, os conectores são descartáveis: depois de crimpar errado
uma vez, você precisa usar outro novo, aproveitando apenas o cabo. Mais um
motivo para prestar atenção ;).
Existem
também aparelhos testadores de cabos, que oferecem um diagnóstico muito mais
sofisticado, dizendo, por exemplo, se os cabos são adequados para transmissões
a 100 ou a 1000 megabits e avisando caso algum dos 8 fios do cabo esteja
rompido. Os mais sofisticados avisam inclusive em que ponto o cabo está
rompido, permitindo que você aproveite a parte boa.
Testador de cabos
Esses
aparelhos serão bastante úteis se você for crimpar muitos cabos, mas são
dispensáveis para trabalhos esporádicos, pois é muito raro que os cabos venham
com fios rompidos de fábrica. Os cabos de rede apresentam também uma boa
resistência mecânica e flexibilidade, para que possam passar por dentro de
tubulações. Quase sempre os problemas de transmissão surgem por causa de
conectores mal crimpados.
Existem
ainda modelos mais simples de testadores de cabos, que chegam a custar em torno
de 20 reais. Eles realizam apenas um teste de continuidade do cabo, checando se
o sinal elétrico chega até a outra ponta e, verificando o nível de atenuação,
para certificar-se de que ele cumpre as especificações mínimas. Um conjunto de
8 leds se acende, mostrando o status de cada um dos 8 fios. Se algum fica
apagado durante o teste, você sabe que o fio correspondente está partido. A
limitação é que eles não são capazes de calcular em que ponto o cabo está
partido, de forma que a sua única opção acaba sendo trocar e descartar o cabo
inteiro.
Uma
curiosidade com relação aos testadores é que algumas placas-mãe da Asus, com
rede Yukon Marvel (e, eventualmente, outros modelos lançados futuramente),
incluem um software testador de cabos, que pode ser acessado pelo setup, ou
através de uma interface dentro do Windows. Ele funciona de uma forma bastante
engenhosa. Quando o cabo está partido em algum ponto, o sinal elétrico percorre
o cabo até o ponto onde ele está rompido e, por não ter para onde ir, retorna
na forma de interferência. O software cronometra o tempo que o sinal demora
para ir e voltar, apontando com uma certa precisão depois de quantos metros o
cabo está rompido.
Outra
dica é que no padrão 100BASE-TX são usados apenas os pares laranja e verde para
transmitir dados. Você pode tirar proveito disso para fazer um cabo
mini-crossover para levar na sua caixa de ferramentas, usando apenas os pares
laranja e verde do cabo. De um lado a pinagem seria: branco com laranja,
laranja, branco com verde, nada, nada, verde, nada, nada; e do outro seria:
branco com verde, verde, branco com laranja, nada, nada, laranja, nada, nada:
Cabo cross de emergência, feito com apenas dois dos pares do cabo
Este é um
cabo fora do padrão, que não deve ser usado em instalações, mas, em
compensação, ocupa um volume muito menor e pode ser útil em emergências.
Outro
componente que pode ser útil em algumas situações é o conector de loopback, que
é usado por programas de diagnóstico para testar a placa de rede. Ele é feito
usando um único par de fios, ligado nos contatos 1, 2, 3 e 6 do conector, de
forma que os dois pinos usados para enviar dados sejam ligados diretamente nos
dois pinos de recepção, fazendo com que a placa receba seus próprios dados de
volta:
Conector de loopback
A pinagem
do conector de loopback é:
1- Branco
com laranja
2- Laranja
3- Branco com laranja (retornando)
4- nada
5- nada
6- Laranja (retornando)
7- nada
8- nada
2- Laranja
3- Branco com laranja (retornando)
4- nada
5- nada
6- Laranja (retornando)
7- nada
8- nada
Ao plugar
o conector na placa de rede, você notará que o link da rede é ativado. Ao usar
o comando "mii-tool" no Linux, por exemplo, você teria um "eth0:
no link" com o cabo de rede desconectado e passaria a ter um "eth0:
negotiated 100baseTx-FD, link ok" depois de encaixar o conector de
loopback.
sexta-feira, 13 de março de 2015
Anatomia de um HD (Disco Rígido)
Anatomia de um Disco Rígido
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Introdução
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Conectores
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Placa Lógica
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Motor dos Pratos
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quinta-feira, 12 de março de 2015
Quebrando (Resentando) senha de administrador no Windows Vista, 7 e 8
A fácil arte de remover senhas de usuários
no Windows XP, Vista, Seven e 8 . Uma das maiores dores de cabeça para usuários
de sistemas Microsoft é quando nos deparamos com a tela de login e o pavor
começa, Qual é mesmo a senha?
Seguindo os passos abaixo, seu problema torna-se uma
tarefa simples de resolver. Basta alguns minutos e seu acesso ao sistema estará
novamente (ou pela primeira vez) liberado, seja ele com total controle ou não,
a escolha é sua.
1º Passo:
Tenha em mão um live cd Linux, dê
preferência para distribuições como Mandriva,
Ubuntu, gOS,
ou seja, aquelas que rodam direto do CD/DVD-ROM, sem necessidade de instalação
e que automaticamente montam as partições contendo sistemas Windows durante sua
execução. Uma segunda alternativa seria utilizar uma versão do Windows XP Live ou Mini Windows XP que
também roda direto do CD. Nesse exemplo utilizei para demonstração a distrô,
gOS, ideal para usuários iniciantes em Linux, leve, intuitiva e com uma
interface excelente.
2º Passo:
Certifique-se que o boot inicial de seu computador será realizado pela unidade
de CD/DVD (ou dispositivo escolhido para gravação do sistema Live);
3º Passo:
Após o boot via CD/DVD, localize a partição na qual foi instalado seu windows.
Vá para a pasta “windows/system32” e
localize o arquivo “sethc.exe”. Será
necessário renomear o mesmo (escolha um nome simples e fácil de lembrar, para
depois desfazer a alteração).
Localize o
arquivo "sethc.exe" em windowssystem32
...e renomeie o mesmo
4º Passo: Feito o procedimento anterior, na mesma
pasta encontre o arquivo “cmd.exe”. Você vair copiar e depois colar o arquivo,
dando o nome de “sethc.exe”. Depois disso reinicie a máquina.
Faça uma cópia do arquivo "cmd.exe", e edite o nome da cópia para "sethc.exe".
5º Passo: Retire o live CD e dê boot normal. Ao aparecer a tela
de logon, digite 5 (cinco) vezes a tecla
“SHIFT” esquerda. Na tela de Prompt
de comando que abrirá, digite “control
userpasswords2”. Pronto!! Escolha agora o usuário desejado, defina uma nova
senha e está feito.
quarta-feira, 11 de março de 2015
Resolvendo problema de perfil temporário Windows Vista, 7, 8
Resolvendo problema de perfil temporário Windows Vista, 7, 8
1- Vá em C:\Users\ e renomeie o usuário que está com problema para ".old" Ex:
C:\Users\ usuarioteste.old
2 - depois vá em executar ( aperte as teclas Windows+R para abrir executar) digite regedit na caixa pressione ENTER. (para acessar o registro do windows).
3 - Localize e expanda a seguinte subchave do Registro:
HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Windows NT\CurrentVersion\ProfileList
4 - Clique com o botão direito do mouse no SID ( nome de usuário com problema) que vai aparecer na parte direita do registro do windows que você deseja remover e
clique em Excluir.
5 - Reiniciar o equipamento
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